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Ensinando os filhos a viver


18.10.18

Ensinando os filhos a viver

Você considera fácil a arte de educar os filhos?

Salvo raríssimas exceções, os educadores bem-intencionados enfrentam grandes dificuldades para atingir suas metas referentes à educação.

Por essa razão, vale a pena lançar mão das experiências de alguns pais que obtiveram bons resultados com lições simples e eficientes.

Esta é uma das tantas histórias de pais que se debatem com filhos preguiçosos ou desanimados.

Certa tarde, o paizão saiu para um passeio com as duas filhas, uma de oito e a outra de quatro anos.

Em determinado momento da caminhada, Helena, a filha mais nova, pediu ao pai que a carregasse, pois estava muito cansada para continuar andando.

O pai respondeu que estava também muito fatigado e, diante da resposta, a garotinha começou a choramingar e fazer corpo mole.

Sem dizer uma só palavra, o pai cortou um pequeno galho de árvore e o entregou à Helena dizendo:

Olhe aqui um cavalinho para você montar, filha! Ele irá ajudá-la a seguir em frente.

A menina parou de chorar e pôs-se a cavalgar o galho verde tão rápido, que chegou em casa antes dos outros.

Ficou tão encantada com seu cavalo de pau, que foi difícil fazê-la parar de galopar.

A filha mais velha ficou intrigada com o que viu e perguntou ao pai como entender a atitude da irmã.

O pai riu e respondeu dizendo:

Assim é a vida, minha filha. Às vezes, a gente está física e mentalmente cansado, certo de que é impossível continuar. Mas encontramos então um “cavalinho” qualquer que nos dá ânimo outra vez.

Esse cavalinho pode ser um bom livro, um amigo, uma canção…

Assim, quando você se sentir cansada ou desanimada, lembre-se de que sempre haverá um cavalinho para cada momento, e nunca se deixe levar pela preguiça ou o desânimo.

A educação é uma arte e, como tal, necessita de sensibilidade e dedicação por parte de quem educa.

Medidas singelas podem dar resultados excelentes quando movidas pelo amor legítimo e a vontade sincera de fazer crescer espiritualmente o educando.

Ao contrário do que se pensa, as crianças são maleáveis aos ensinos que lhe são ministrados, desde que sintam, junto a a teoria, as vibrações de afeto e carinho por parte dos educadores.

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